O avanço das discussões sobre novos modelos de jornada de trabalho tem levado o setor industrial a reavaliar possíveis impactos operacionais e financeiros. Entre os pontos que ganham atenção estão os custos trabalhistas, a produtividade das equipes e a necessidade de reorganização de processos internos para manutenção da competitividade.
Na indústria, o tema ganha relevância diante de estimativas de impacto econômico. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a adoção de novos modelos de jornada pode gerar custos adicionais de até R$ 267 bilhões por ano para empresas brasileiras. O cenário tende a acelerar debates sobre automação, reorganização de processos e ganhos de produtividade.
Segundo Junior Rozante, CEO da RZ3, o debate já influencia a forma como empresas analisam seus modelos de operação, independentemente de mudanças efetivas na legislação. “Mais do que pensar apenas em aumento de custos, a indústria precisa avaliar ganhos de eficiência. Gestão de folha, planejamento tributário e revisão de processos passam a ser fundamentais nesse contexto”, afirma.
Rozante destaca ainda que empresas especializadas podem apoiar esse processo na estruturação de cenários e na adaptação operacional. “Empresas como a RZ3 conseguem apoiar indústrias nesse momento de análise, ajudando a entender impactos, simular cenários e estruturar alternativas para manter produtividade e competitividade diante de possíveis mudanças”, explica.
Na avaliação do executivo, a discussão reforça a importância de três frentes principais dentro das operações industriais:
Gestão de folha e encargos – A automação de processos de folha de pagamento pode contribuir para reduzir falhas operacionais e melhorar o controle de custos trabalhistas. Nesse contexto, empresas especializadas como a RZ3 atuam no apoio à implementação de sistemas de gestão de folha, na realização de simulações de encargos, na estruturação de banco de horas e na revisão de acordos coletivos, com foco na adequação das jornadas e na organização da gestão de pessoas.
Planejamento tributário – A estrutura tributária passa a ser um ponto central na análise de impacto. Nesse quesito, a atuação de consultorias como a RZ3 envolve diagnóstico do regime tributário mais adequado, análise de oportunidades de compensação de créditos fiscais e apoio na estruturação de estratégias voltadas à mitigação de impactos financeiros decorrentes de mudanças operacionais.
Operações e produtividade – A necessidade de eficiência reforça investimentos em automação e revisão de processos produtivos. Nesse campo, a RZ3 apoia empresas na análise de processos industriais, identificação de gargalos operacionais, avaliação de oportunidades de automação e reestruturação de escalas de trabalho, com foco em ganho de produtividade e manutenção da competitividade.
Para Rozante, o principal desafio está na antecipação dos cenários. “As empresas que se antecipam, testam cenários e reorganizam processos tendem a atravessar mudanças com mais estabilidade e menor impacto operacional”, conclui.
Sobre o Grupo RZ3
RZ3 é um ecossistema empresarial que atua de forma integrada para apoiar organizações na conexão entre estratégia e execução. O grupo reúne competências em finanças, governança, gestão, tecnologia e dados, com foco na implementação de soluções e geração de resultados. Com mais de 20 anos de experiência executiva de sua liderança, atende empresas em diferentes estágios de maturidade, apoiando processos de crescimento, transformação e expansão. Para mais informações, acesse: www.rz3.com.br
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